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18 de maio: Dia Nacional de Combate à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes

18 de maio de 2020

Em 1973 um crime bárbaro chocou o Brasil. O assassinato de Araceli Sanches, de apenas 8 anos de idade, despertou o país para a necessidade de cuidar e proteger melhor nossas crianças. Segundo relatos, a menina teria sido violentada e morta por jovens de classe média. Apesar das pistas, ninguém nunca foi punido.

A história de Araceli deu origem ao Dia Nacional de Combate à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes, 18 de maio, que chama a atenção das autoridades e da população, de forma geral, para esse tipo de crime que só vem aumentando na sociedade.

Um dado que preocupa é que, na maioria dos casos, o agressor é aquele que mais deveria proteger. Entre 2011 e 2017, o Disque 100 constatou que em 54% dos casos de violência sexual contra crianças e adolescentes, os agressores são alguém da família ou bem próximo do convívio da família.

A advogada Camilla Tallon conhece bem essa triste realidade, pois atualmente preside a Comissão da Infância e Juventude da OAB-ES, que tem realizado um importante trabalho. “No ano passado, lançamos o aplicativo ‘Infância Segura’, que indica os canais de denúncia por todo o estado do Espírito Santo. Também dialogamos com todas as esferas do Poder Público, bem como com as instituições e equipamentos que atuam no sistema de garantia de direitos e na rede de proteção de crianças e adolescentes, visando entender os desafios atuais e propor novas perspectivas”, explicou.

Advogada Camilla Tallon.

Além de advogados, a Comissão trabalha em parceria com profissionais que também atuam para assegurar o bem-estar de crianças e adolescentes, como a Conselheira Tutelar de Cariacica, Rúbia Barros. “Já tivemos casos de denúncias vindas da comissão e que foram averiguadas pelo conselho de Cariacica”, contou.

Conselheira Tutelar de Cariacica, Rúbia Barros.

Não se cale. DENUNCIE.

Para denunciar, além dos canais de telefone, Disque 100 e 181, é possível comunicar diretamente no conselho tutelar mais próximo, como explica a conselheira Rúbia Barros. “As pessoas podem e devem entrar em contato com o conselho tutelar do município de onde a criança ou adolescente mora. Sempre trabalhamos com o sigilo. É importante lembrar que a pessoa deve passar o máximo de informações que tiver para que a denúncia possa ser averiguada com mais velocidade e qualidade”.

Aqui no Espírito Santo, a delegacia especializada em cuidar desse tipo de crime é a Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA).

Parte da Comissão da Infância e Juventude da OAB-ES

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